"Onde houver um cineasta, de qualquer idade ou de qualquer procedência,
pronto a pôr seu cinema e sua profissão a serviço das causas importantes de seu tempo,
aí haverá um germe do Cinema Novo."
Glauber Rocha | 1965


segunda-feira, 17 de agosto de 2009

O Folheto




Fiz um rascunho do folheto.

Hummm... não, ficou muito formal.
Pensei noutro. Não, muito grande.
Mais um! Hummm... acho que não expliquei direito...

Não imaginei que seria difícil chamar alguém para uma conversa. Bom, depois disso parei nesse:


Hoje, muitos MIGRANTES NORDESTINOS estão voltando à sua terra natal.

SE VOCÊ É um desses, OU CONHECE ALGUÉM que vai embora, ajude-nos a contar essa história num filme.

Os motivos da vinda, as razões da volta, as dificuldades da cidade grande...

9199.0237 ou 2306.7848 ou

oregresso2009@gmail.com



Pensando bem, talvez não seja uma boa idéia. Os migrantes são muito desconfiados...

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Café com Pão de Queijo



Em minha visita a RODOVIÁRIA DO TIETÊ, fiquei pensando em como chegar a meu PERSONAGEM. Senti que um simples approach afugentaria as pessoas além de ser bastante improdutivo também.

Que fazer então?

Comprei um café, uma (farta) porção de pãezinhos de queijo e sentei-me no meio de passageiros na área de embarque. Comecei a divagar...

Lembrei do processo de um outro documentário - JOGO DE CENA do COUTINHO, que colocou um anúncio naquelas revistinhas que circulam junto com o jornal de domingo e conseguiu algumas dezenas de pessoas interessadas em contar a própria história. Hummmm... seria isso?

Acho que não. Creio que não teria o mesmo sucesso do MESTRE.
Não imagino esse personagem com o perfil de quem gosta de um "jornalzinho de domingo". Pena, a idéia era ótima.

Mas... e se eu... hummm... será?!

...ao invés de ler em um jornal, as pessoas poderiam ler em um... FOLHETO!
Sim, seria só deixá-los nos lugares certos e bingo!

Próximo passo: o FOLHETO.


sexta-feira, 31 de julho de 2009

Não Mudou Muito



Hoje fui a RODOVIÁRIA DO TIETÊ. 

Precisava me inteirar das novidades do lugar. Não mudou muito... caixas de papelão e sacas de farinha continuam embalando as roupas e aparelhos de som de quem volta. 

Mas, botei reparo em algo que nunca havia me dado conta: há DUAS ÁREAS DE EMBARQUE, sendo uma só para as cidades nordestinas...  Seria um APARTHEID social??? Ou um simples detalhe logístico?

Bom, comecei o CURTA.